Post: 12507 | Data: 07/04/2018 | Visitas: 694

Direito de resposta ao Deputado Afonso Florense a matéria veiculada do site Bacia do Jacuípe

Depois de publicada a matéria que traz como título “Condenado em desviar 8 milhões da SEDUR deputado Afonso Florence será recepcionado por liderança petista em Baixa Grande” a assessoria do deputado entrou em contato com a redação do site solicitando direito de resposta e sem nenhum impedimento foi lhe concedido, conforme texto abaixo:

 

É MENTIRA! NÃO FUI CONDENADO!

(por Afonso Florence)

 

 Em esclarecimento à matéria de cunho calunioso publicada neste blog, venho esclarecer que não fui condenado.

 

No julgamento do TCE, o relator Pedro Lino, que tem posições públicas de ativismo político contra os governos do PT, usando de artifícios regimentais ilegais me incluiu, a mim e a outros dirigentes governamentais, contrariando o Ministério Público de contas e os auditores do TCE, que me isentavam de responsabilidade.

 

Quem é honesto e segue na vida pública está sujeito a situações como essa. O julgamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE) foi das contas da ONG. Ela foi uma, das centenas, que junto com as prefeituras executaram o programa do governo Wagner, Casa da Gente, que de 2007 a 2010 entregou na Bahia 33 mil casas populares, beneficiando centenas de milhares de pessoas, inclusive na Bacia do Jacuipe.

 

No governo Wagner, realizamos 16 Audiências Públicas, em que participaram cerca de 3 mil pessoas, e elaboramos a Lei Estadual de Habitação de Interesse Social, que deu sustentação ao Casa da Gente.

 

Lula pediu a Wagner, e apresentei o programa à então ministra Dilma, em reunião realizada no Palácio de Ondina, que depois criou no governo Lula o Minha Casa Minha Vida (MCMV).

 

O Casa da Gente movimentou cerca de R$ 1 Bilhão de reais. Com dezenas de milhares de Convênios com ONGs e prefeituras.

 

Entre as ONGs uma única teve as contas rejeitadas pela Câmara do TCE. No TCE o Ministério Público e os auditores me isentaram e aos outros agentes públicos do governo Wagner.

 

Diante da decisão encabeçada pelo Conselheiro Pedro Lino, entramos com Embargos de Declaração, e depois vamos recorrer para o Pleno, aí então é que teremos oportunidade de nos defender.

 

Portanto, a matéria não está correta. Dá a entender que o julgamento de uma turma do TCE é definitivo, sem informar que falta apreciação dos Embargos e depois do Recurso, este último pelos Conselheiros do Pleno.

 

A matéria se equivocou. E, publicando esta resposta repõe a verdade.

AFONSO FLORENCE

DEPUTADO FEDERAL PT-BA

 

Patrícia Sanje

Jornalista

www.baciadojacuipe.com.br
Por: Ediomário Catureba

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